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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pequenas empresas usam Twitter para se comunicar com o mundo

Três semanas depois que Curtis Kimball inaugurou seu carrinho de venda de sobremesas em San Francisco, ele percebeu que na fila, entre os rostos amigos e conhecidos, havia uma pessoa que ele não conhecia esperando para comprar uma sobremesa. Kimball perguntou como o novo freguês havia descoberto sobre o carrinho, e descobriu que ele havia lido a respeito no Twitter.

Para Kimball, que admitiu que até aquele momento não havia "compreendido de verdade qual era o propósito do Twitter", a beleza da divulgação digital de freguês a freguês se tornou imediatamente perceptível. Ele criou uma conta no serviço de microblogs, e hoje já acumulou mais de 5,4 mil seguidores que acompanham seus posts sobre os locais que o carrinho visitará a cada dia e informações sobre o cardápio diário, com ofertas de creme brulée em sabores como lavanda e laranja.


"Eu adoraria dizer que desde o começo tinha essa excelente idéia e estratégia, mas na verdade o Twitter desempenhou papel essencial para o sucesso do meu negócio", diz Kimball, que largou seu emprego diurno como marceneiro a fim de conseguir acompanhar a demanda pelas sobremesas que vende.

Há muitos comentários sobre a maneira pela qual grandes empresas, a exemplo da Dell, Starbucks e Comcast, utilizam o Twitter como veículo de promoção de seus produtos e de atendimento aos seus clientes. Mas hoje em dia as pequenas empresas superam de longe em número as grandes companhias, entre os usuários do serviço de microblogs, e o Twitter na verdade atende muito melhor às necessidades delas.

Para muitas empresas de pequeno porte e desprovidas de qualquer orçamento publicitário, o Twitter se tornou o único recurso de marketing. É muito mais fácil estabelecer e atualizar uma conta do Twitter do que criar uma página na web e manter o conteúdo em dia. E porque os proprietários de pequenas empresas tendem a trabalhar diretamente junto ao consumidor, e não em cubículos em um grande departamento de marketing, a intimidade de contato propiciada pelo Twitter serve bem a eles.


"Acreditamos que essas ferramentas de mídia social na verdade sejam parte do arsenal de anunciantes sofisticados e que operam em múltiplas plataformas, como a Coca-Cola ou McDonald's, mas muitas das companhias de porte muito pequeno estão gravitando na direção delas porque são acessíveis, gratuitas e muito simples", diz Greg Sterling, analista que estuda a influência da internet no consumo e ns pequenas empresas.

As companhias de pequeno porte tipicamente conquistam mais de metade de seus clientes por meio de divulgação realizada espontaneamente por outros consumidores, ele afirma, e o Twitter é uma manifestação digital dessa prática. Os usuários do Twitter escrevem mensagens de no máximo 140 caracteres, e a cultura do serviço encoraja as pessoas a difundir notícias e informações entre os amigos que formam suas redes.

O Umi, um restaurante de sushi em San Francisco, chega a receber cinco novos fregueses por noite devido a informações que os consumidores encontram no Twitter, disse Shamus Booth, um dos proprietários da casa. Ele anuncia no Twitter o peixe fresco do dia -"o O-Toro (atum azul) de hoje é um dos saborosos e suaves que já servimos", escreveu Booth em post recente no serviço- e oferece saladas de algas gratuitas aos clientes que mencionarem o restaurante no Twitter.


Mas o serviço não atende apenas a empresas que desejem atrair clientes por meio de descrições de alimentos que causam água na boca. Para Cynthia Sutton-Stolle, co-proprietária da Silver Barn Antiques, uma loja de antiguidades na pequena cidade de Columbus, Texas, o Twitter tem servido como forma de encontrar tanto fornecedores quanto clientes, em todo o país.


Desde que ela começou a usar o Twitter, em fevereiro, se conectou a pessoas que produzem luminárias e velas, que posteriormente veio a encomendar para sua loja, e vendeu alguns milhares de dólares em mercadorias a pessoas de fora da sua cidade, para clientes que incluem uma mulher de Nova Jersey que estava à procura de clientes de formatura.


"Nós ainda nem criamos um site, e não estávamos tentando começar coisa alguma no ramo do comércio eletrônico", disse Sutton-Stolle. "O Twitter vem sendo uma ferramenta realmente valiosa porque permite que tenhamos alcance nacional, em vez de sermos apenas uma lojinha em uma cidadezinha".



Scott Seaman, de Blowing Rock, na Carolina do Norte, também usa o Twitter para expandir sua base de clientes a um patamar mais amplo do que sua cidade de 1,5 mil habitantes permitiria. Seaman é sócio da Christopher's Wine and Cheese, uma loja de queijos e vinhos, e também dono de uma pousada na cidade. Ele realiza buscas usando o TweetDeck, um aplicativo que ajuda as pessoas a gerir suas mensagens no Twitter, e aproveita os resultados para iniciar diálogos com pessoas que estejam falando sobre sua cidade ou a montanha vizinha.


Uma pessoa que ele conheceu via Twitter reservou um quarto em sua pousada, e uma mulher de Dallas comprou saquê em sua loja.


O tráfego adicional surgiu a despeito de ele raramente divulgar seus negócios no Twitter. "Para mim, isso não é algo muito agradável de fazer", disse Seaman. Em lugar de divulgar seus produtos ou serviços entre possíveis clientes, os proprietários de pequenas empresas deveriam ostentar online a mesma personalidade que tenham no mundo real. "O melhor é ser o pequeno comerciante que conhece todos os fregueses pelo nome", afirma.



Chris Mann, proprietário do Woodhouse Day Spa, em Cincinnati, usa o Twitter para divulgar promoções de descontos em massagens e serviços de manicures, a cada terça-feira. Promover esses serviços pelo Twitter é mais efetivo do que usar o e-mail porque ele pode atualizar de seu celular, durante reuniões, e "todas as empresas preferem o e-mail", ele afirma.



Mesmo que os clientes de uma loja não estejam integrados ao Twitter, o serviço pode se provar útil para os empresários, diz Becky McCray, que opera uma loja de bebidas e uma fazenda de pecuária em Oklahoma e é autora de um blog chamado Small Biz Survival.



Em cidades como a dela, com apenas cinco mil habitantes, os proprietários de pequenas empresas podem se sentir isolados, diz. Mas, por meio do Twitter, ela aprendeu lições de impostos com um contador, recebeu dicas de marketing de um consultor no Tennessee e conselhos sobre como gerir uma empresa iniciante do fundador de diversas empresas de tecnologia.



Anamitra Banerji, o gerente de produtos comerciais no Twitter, diz que quando começou a trabalhar para a empresa, vindo do Yahoo, em março, "eu imaginava que aqui fosse um polo para grandes empresas.. Mas o que constato mais e mais, para minha surpresa maior a cada dia, é que temos empresas de todos os tipos".



O Twitter, que por enquanto ainda não está auferindo receitas, está concentrado agora em ensinar às empresas como aderir e aproveitar seus recursos, disse Banerji, e a companhia planeja publicar estudos sobre casos bem sucedidos. Ele também está envolvido no desenvolvimento de produtos que o Twitter possa vender a empresas de todos os portes, este ano, entre os quais recursos que permitem confirmar contas empresariais e analisar o tráfego em seus perfis do Twitter.



De acordo com Banerji, proprietários de pequenas empresas gostam do Twitter porque podem conversar diretamente com os clientes de uma maneira que, no passado, só poderiam fazer em pessoa. "Estamos constatando que a distância emocional entre empresas e consumidores está se encurtando um pouco", ele disse.



Tradução: Paulo Migliacci ME

Twitter e Facebook conquistam um lugar na primeira fila dos desfiles e marcas de moda abraçam (e capitalizam) as redes sociais



O maior debate da última rodada de desfiles não foi sobre as tendências do próximo verão, os cenários incríveis ou mesmo as celebrities. Foi sobre como as redes sociais (blogs, YouTube, Facebook, Twitter e afins) se tornaram da noite para o dia parte integral de como os marcas de moda enviam sua mensagem ao público.

Os desfiles de setembro e outubro foram o primeiro sinal do que o elitista universo de moda pode logo se tornar: um negócio em que estilistas levam suas coleções diretamente aos consumidores, não mais filtrados por editores de moda das revistas ou compradores de multimarcas. Os clientes poderiam ver a coleção ao vivo online e decidir o que vão comprar dando feedbacks instantâneos por essas ferramentas.

Os estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana até tiraram alguns compradores de seus lugares na primeira fila para dar as cadeiras a quatro blogueiros de moda _Tommy Ton, Garance Doré, Scott Schuman e Bryan Yambao_ e instalou laptops para que os escritores pudessem blogar e twittar durante o desfile.

“Blogs são muito importante para nós”, diz Stefano Gabbana. “Nós sempre os mantemos informados com as novidades e sempre visitamos suas páginas por que representam uma forma rápida e espontânea de conseguir informação com frescor”. Eles ainda publicaram vídeos diários no YouTube durante as semanas que antecederam o desfile, um pouco para informar os fãs sobre a coleção e um pouco para conseguir um retorno antes do grande evento.


O desfile em si foi transmitido ao vivo no site da grife e no canal Fashion TV, com câmeras na passarela, no backstage e na chegada dos convidados. Quando foi publicado mais tarde no canal Dolce & Gabbana do YouTube, subiu no ranking e foi o mais visto do site nas 24 horas seguintes. “A Internet, para as marcas de luxo, não é o futuro, é o presente”, diz Domenico Dolce.

Outras marcas de moda usam diferentes funções das mídias sociais: Yves Saint Laurent e Stella McCartney estão no Twitter, a Louis Vuitton transmitiu o desfile ao vivo e o estilista inglês Roland Mouret gravou seu desfile com 28 câmeras na passarela e no backstage para que os espectadores online pudessem escolher como assistir depois. E, num exemplo real do poder das mídias sociais, um tweet de Lady Gaga levou tanta gente a clicar no link da transmisão ao vivo do desfile de Alexander McQueen que o servidor do site caiu.

“Algumas marcas de luxo fogem de todo o universo social digital por que querem controlar suas marcas”, diz Tomas Gonsorcik, diretor-estratégico da consultoria Interaction London. “E as redes sociais funcionam completamente contra isso”, avisa. “A aposta mais segura para uma marca de luxo que está apenas começando a conhecer as redes sociais é a blogsfera”, diz Gonsorcik. “Blogs estão por aí há dez anos e hoje alguns donos dos domínios mais conhecidos são bem formados em sua área de atuação jornalística”.

Mas mesmo os blogs foram afetados por softwares como TweetDeck e Twitterfox, que atualizam o Twitter e o Facebook simultaneamente, ou o Social Oomph, que prevê a publicação de posts e tweets _acelerando as redes sociais a uma velocidade supersônica.

“O Twitter pode ser a morte do meu blog”, diverte-se Bryan Yambao, se referindo a seu BryanBoy.com. “A intensidade mudou bastante agora –tudo é tão instantâneo que as pessoas estão entediadas com as coleções antes mesmo delas chegarem às lojas. Eu penso se já não é o tempo de desacelerar”.

GUCCI VIRA O JOGO E USA INTERNET CONTRA A PIRATARIA

Numa missão para valorizar a herança da marca e lutar contra a falsificação, especialmente a feita online, a Gucci anunciou uma dramática nova estratégia em colaboração com a casa de leilões Christie’s. O projeto inclui a abertura de um museu da Gucci em Florença no próximo ano, a tempo do aniversário da marca em 2011, e um processo de avaliação online para colecionadores e clientes.

“Este novo serviço oferece uma área de confiança para transações de itens vintage da Gucci, assim evitando recorrer a sites de leilão sem nosso controle, como o eBay”, diz Patrizio di Marco, presidente da Gucci. O site “Gucci Collector” oferece uma prova virtual das peças. Previsto para estar funcionando ainda no final deste ano, o site é também uma seção na página da Christie’s, onde pessoas procurando informação podem subir imagens para examinação. A Gucci e a Christie’s são parte do conglomerado de luxo PPR.

Por Suzy Menkes, com exclusividade para a Marie Claire no Brasil

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ampliando mais o horizonte...

Saiba fazer um melhor proveito do CRM

CRM é mais do que Tecnologia. É Principalmente uma Decisão Estratégica As empresas cada vez mais reconhecem a importância da estratégia de CRM para conquistar um diferencial competitivo a longo prazo. Porém , para que não seja mais um modismo, é preciso compreender que CRM é uma estratégia que possui raízes no marketing de relacionamento e impacta a gestão da empresa, principalmente no que se refere ao relacionamento com os clientes e à infra-estrutura da indústria, que passa a ser em tempo real.No Marketing em tempo real, as ações e decisões referentes ao cliente atual e potencial precisam estar fortemente alicerçadas em informações que agilizem e otimizem todo o processo de vendas e atendimento. As informações de relacionamento precisam ser compiladas ou recuperadas no momento que o contato entre a empresa e o cliente está ocorrendo para que se possa conhecer e reconhecer o cliente e desta forma direcionar produtos, serviços e ofertas completamente ajustadas a ele, que assim estará disposto a estabelecer a preferência pela marca, repetir a compra e inclusive pagar mais para obter o valor agregado que lhe é oferecido.Para isso é preciso fazer uso intensivo da tecnologia da informação, notadamente do Database marketing. Portanto, Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento, como o próprio nome indica é a integração entre o Marketing e a tecnologia da Informação para prover a empresa de meios mais eficazes e integrados para atender, reconhecer e cuidar do cliente, em tempo real e transformar estes dados em informações que disseminadas pela organização permitem que o cliente seja “conhecido” e cuidado por todos. Desta forma, um dos fatores mais importantes para o sucesso são os recursos humanos, que precisam ser treinados e capacitados, em todos os níveis, não só para melhorar a qualidade do atendimento, mas também para usar adequadamente as informações que transformam possibilidades de negócios em lucros.Essa integração singular pressupõe que a empresa esteja disposta a manter um relacionamento suportado por processos operacionais mais ágeis e selecione a tecnologia adequada, e isto requer metodologia, expertise e experiência comprovada neste tipo de solução. É uma grande virada no conceito de atendimento ao cliente, que extrapola a prática existente em qualidade, e possibilidade de aumentar a fidelidade do cliente e consequentemente a rentabilidade.A implantação do CRM está assentada sobre dois pilares:a. Um processo de trabalho orientado para o cliente que permeia e é compartilhado por toda a empresa;b. O uso intenso da informação do cliente, suportado pela informatização de vendas, marketing e serviços.c. Como o CRM está sendo divulgado no mercado pelos fornecedores de tecnologia, notamos uma ênfase muito grande na solução da informatização de Call Center. Como a maioria das empresas no Brasil ainda não tem uma cultura do uso da informação com database integrado, existe a tendência de implantar a solução parcialmente, desperdiçando a grande oportunidade de voltar a empresa para o cliente e iniciar a prática efetiva do marketing de relacionamento.d. A tecnologia de CRM sem o redesenho dos processos e um modelo de relacionamento que faça uma entrega sustentada de valor a longo prazo para o cliente, será apenas um projeto de informatização de Call Center ou de vendas, não conduzindo efetivamente ao estágio da resposta em tempo real. Portanto, para evitar a tendência de tratar o CRM como tecnologia, recomendamos que a empresa assuma a estratégia de CRM em quatro etapas:1. Definição e planejamento do modelo de relacionamento;2. Redesenho dos processos de atendimento do cliente;3. Seleção da solução;4. Implantação da tecnologia de CRM.Um dos maiores erros que ocorre nos projetos de CRM, e que leva inevitavelmente a subutilização dessa técnica, é iniciar a implantação pela seleção da solução e pela compra do hardware como se esta decisão fosse resolver todos os problemas da empresa.Normalmente, a empresa investe somas significativas de recursos, porém não o suficiente e nem onde deveria para promover a mudança cultural e organizacional que é necessário para competir em tempo real. O ideal é seguir os passos citados, mesmo que o investimento seja um pouco maior, pois a melhoria alcança a empresa toda e os resultados serão surpreendentes em aumento de vendas, retenção dos clientes e diminuição de custos na administração do cliente. Os principais passos para uma implantação bem sucedida são:1. Definição e Planejamento do Modelo de RelacionamentoComeça-se definindo como o cliente será tratado, quais os eventos de relacionamentos que gerarão resposta, e em que tempo, e como o plano de comunicação deverá ser desenvolvido para construir o relacionamento e fazer a entrega de valor proposta pela estratégia competitiva da empresa.Esta etapa é importante pois a especificação e customização dos softwares de CRM e o redesenho dos processos dependem dessa definição. Nessa etapa, é indispensável o envolvimento da alta direção, pois implica numa série de decisões que determinarão uma mudança de postura em relação ao cliente, atendimento e diversas outras atividades realizadas que precisam ser repensadas para adaptar a empresa a nova realidade competitiva em tempo real.2. Redesenho dos Processos de Atendimento do Cliente:É o levantamento e documentação dos processos do atendimento ao cliente, desde o pedido de uma visita, o atendimento telefônico, a venda pelo telemarketing, até o fluxo do pedido dentro da empresa.Atendimento significa não só o atendimento ao telefone mas sim todas as atividades que visam atender o cliente, quer seja no pedido de compra, numa reclamação, na baixa de uma fatura, no envio de uma literatura. A empresa passa a ter tempos de resposta condicionados pela expectativa do cliente e não pelas limitações operacionais, impostas anteriormente pela própria tecnologia que era lenta comparada com o que se tem a disposição atualmente e principalmente com o advento da Internet, que define o padrão de resposta a que o cliente está acostumado.3. Seleção da SoluçãoA decisão pela solução de CRM passa pela seleção do software, que é determinada pelo modelo de relacionamento. O software, por sua vez,. irá determinar qual é o melhor hardware para compor essa solução. O hardware inclui os computadores, o equipamento de telefonia, o DAC e vários outros equipamentos.4. Implantação da Tecnologia de CRMÉ a aplicação, em toda a empresa, do processo de revisar a forma de pensar o negócio. Técnicas, tecnologias e processos são agora implantados para materializar a estratégia de CRM, incluindo telemarketing receptivo e ativo, informatização da força da vendas, terminais ponto de venda, canais virtuais e muito mais. Essa implantação pode ser escalonada mas deve obedecer a um ritmo que não interrompa a revisão dos processos operacionais ou cause descrédito na estratégia proposta.Independente do tipo de técnica ou tecnologia selecionada, é preciso que a empresa assegure que cada atividade relacionada com o contato com o cliente seja parametrizada e contemplada nas diversas pontas do atendimento e que haja a retroalimentação do database marketing e acompanhamento, até o final do ciclo de relacionamento.Como podemos verificar o Customer Relationship Management (CRM), é um dos métodos mais sofisticados e eficientes, que transformam a maneira como as empresas podem aumentar a rentabilidade dos clientes atuais. Além disso, o uso da Internet como canal de relacionamento e de vendas, é amplamente facilitado e viabilizado por este novo método, que ainda é praticado por poucas empresas, porém cujos resultados são largamente compensadores em clientes mais leais, maior satisfação com a marca, e um nível de proximidade nunca antes experimentado. Além de estar preparado para atender no primeiro toque, é preciso responder o e-mail ou o fax assim que chega a empresa, e incorporar todos os dados de contato no Database Marketing para gerar uma comunicação continuada e com pertinência por qualquer meio (telefone, mala direta, e-mail e pessoal).Além disso, a captura centralizada desses dados, transmitida para o banco de dados de marketing permite conhecer o perfil do cliente, detectar as ameaças e oportunidades sinalizadas através de uma reclamação (ameaça), de um pedido de mais informações (oportunidade), de um pedido acompanhado de uma referência ao preço diferenciado do concorrente (ameaça), de uma insinuação que o concorrente está prestando mais serviços (ameaça), ou de que a empresa está ampliando a sua produção (oportunidade).As empresas, integrando o Marketing e a tecnologia da informação no esforço para manterem a sua posição competitiva, estão concentrado-se em oferecer cada vez mais serviços aos seus clientes, pois entendem de que a lealdade dos clientes diminui a sua dependência da inovação de produtos e serviços, e as torna menos suscetível a guerra de preços.Porém mais serviços, num contexto competitivo, onde a cópia dos mesmos pela concorrência é em tempo real, a inovação precisa ser constante e isso só é possível quando os próprios funcionários tem autonomia suficiente para prover atendimento diferenciado, no momento que é solicitado pelo cliente. Isso significa que a empresa precisa melhorar o perfil dos seus funcionários treiná-los continuamente, incentivar a iniciativa bem sucedida e assumir um maior risco até que o modelo de relacionamento esteja estabilizado. Isso é, com procedimentos e limites de competência bem definidos, assim o medo da punição deixa de ser a trava para a criatividade.Os funcionários assumem o seu papel como construtores do relacionamento com o cliente e artífice do aumento do lucro para a empresa, perpetuando a organização no mercado.Adotar o quanto antes o método do CRM (Customer Relationship Management) é uma questão de manter a competitividade, pois os clientes foco da atenção de tantas empresas aumentam, dia a dia as suas expectativas e não se contentam simplesmente com um acesso rápido e fácil, a qualquer hora às centrais de atendimento.Também não aceitam mais o atendimento cordial e gentil sem nenhum poder de decisão. Os clientes desejam lidar com quem pode resolver problemas e oferecer soluções melhores e mais criativas.Por isso, é preciso ir além da implantação da tecnologia. É preciso dotar a empresa de estratégia, processo e tecnologia para que esteja preparada para prestar o atendimento e reconhecimento que o cliente deseja e espera com a finalidade de auxiliar o crescimento e manutenção desse forte relacionamento que se transformará em receitas e lucros crescentes.* Não estou reinventando a roda. Estratégicamente, para saber o autor, entre em contato.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

5 cargos que provavelmente irão surgir

A Social Media ou Mídia Social está mudando cenários, formando tendências e mercados de trabalho. Como estamos apenas no início do que se tornará de fato a Social Media no mundo, cargos de trabalho que hoje ainda não existem podem vir a se tornar alguns dos mais importantes para a empresa.
Abaixo irei listar 5 cargos que provavelmente irão surgir (com estes ou outros nomes) nos próximos anos. Dependendo do tamanho da empresa os cargos podem nem ser necessários.
International Community Compliance Chief: Redes sociais como Orkut, MySpace e Facebook estão dominando o mercado no Brasil, mas e nos demais países como EUA, Japão e Coréia? É preciso que este profissional acompanhe a empresa nas demais redes sociais fora do país de origem. Verificar links de referência para os sites internacionais da companhia seria uma das tarefas.
Community Manager: Se o produto e/ou serviço da sua empresa é bom, então merece ser divulgado, comentado, discutido. Fóruns de discussão, blogs, comunidades em redes sociais, você precisa então do Community Manager. Ele vai interagir nas redes, de forma a parecer um membro oficial da empresa, não um Spammer ou algo semelhante. Esse profissional precisa conhecer tudo sobre a empresa, os produtos e serviços, ter acesso a documentação.
Online Reputation Manager: Enquanto o Community Manager acompanha as discussões públicas sobre a empresa, o Online Reputation Manager acompanha a reputação da empresa como um todo. Ele precisa ter conhecimento sobre os principais concorrentes da empresa, saber o que fazem na Web. Precisa ficar atento aos novos mercados e às requisições de clientes. É como se fosse um agente espião, por boas razões, é claro… da empresa.
Blogger Outreach Manager/Blog Cultivation Expert: A empresa tem um blogueiro que conhece e escreve extremamente bem sobre seus produtos/serviços? Um que tenha um relacionamento ativo na blogosfera “local”, com bom PageRank e ocasionais chamadas em sites de crowdsourcing como Rec6, Digg, Linkk e DiHitt ? Blogueiros são potenciais “gerentes” para o público jovem, especialistas no “marketing viral”, sabem como chamar atenção, seja no meio em que atua, seja em sites de busca. Eles têm um relacionamento individual com seus leitores, tratam cada um com singularidade, em tempo real.
Chief Conversation Officer: Para concluir, este profissional se reporta aos demais, ele está no topo. Ele é o responsável por encontrar as conversas online, documentá-las, compartilha-las e analizá-las.
E aí? está preparando alguns profissionais na sua empresa para exercerem esses cargos?

Fonte: OnlineMarketerBlog

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Se Atualize!!!!

A Internet transformou profundamente o modo como as pessoas conheçem o seu produto e realizam suas compras. Dez anos atrás, as empresas chegavam até seus clientes através de feiras, anúncios impressos, e outros métodos tradicionais de marketing.

Hoje, os compradores começam sua experiência de compra com uma procura na Internet, nos motores de busca, a blogosfera e sites de mídia social. A fim de se manterem competitivas, sites das empresas precisam ser encontrados online por pessoas que estejam procurando os seus produtos e serviços.

Você que já está na internet faça uma reavaliação dos canais utilizados e até do seu site. Entre outras tantas formas, veja se ela está otimizado para os buscadores.

Você que não está na internet com certeza está perdendo grandes negócios.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

E-BRANDING - UMA NOVA FORMA DE CONSTRUIR MARCAS

Um levantamento feito pela consultoria Millward Brown, especializada em pesquisas de mercado, revela que a marca mais valiosa do mundo é o Google, com um valor de mercado de US$ 86 bilhões, o que representa uma alta de 30% em relação ao ano passado.
Para muitos publicitários, a construção da marca é um dos principais objetivos quando uma empresa investe em propaganda. Principalmente, quando levamos em consideração as campanhas institucionais, ou seja, as campanhas publicitárias que não divulgam preços, formas de pagamento ou promoções, mas sim valores e idéias compartilhadas por essa empresa.
Há décadas a indústria da propaganda vem lembrando o mercado a importância da construção das marcas. Desde o lendário David Ogilvy, que registrou a famosa frase “Toda propaganda deve contribuir para o complexo símbolo que é a marca”, até os dias atuais. Por isso,uma das principais formas de medir a eficácia de uma estratégia de comunicação continua sendo o recall, ou seja, a lembrança da marca.Analisando os investimentos publicitários no Brasil, podemos observar que as principais marcas brasileiras investem a maior parte do seu budget em mídias tradicionais como televisão, revistas e jornais. Ou seja, as empresas brasileiras continuam apostando que essas mídias irão contribuir de forma mais relevante para a construção de suas marcas.Esta não parece ser a mesma opinião do Google, a marca mais valiosa do mundo. Quem já assistiu um comercial de TV do Google? Ou um anúncio de jornal ou revista (não vale anúncio de empregos, só institucional)? Entretanto, já tive contato várias vezes com a marca Google em reportagens de jornais, revistas, programas de TV e websites. Já li inclusive livros sobre a história da empresa. Também já recebi convites de meus amigos para participar do Orkut e fazer meu Gmail (era difícil conseguir um). Sei também que o Google promove feiras, concursos e outros eventos muito comentados no meio tecnológico e de Marketing. Outra forma que me relacionei com a marca foi através de campanhas virais na Internet. Todavia, nada me faz lembrar mais a marca do Google do que as inusitadas experiências que tive quando utilizei seus produtos. Como me marcou a primeira vez que vi minha casa no Google Earth.Isso mostra que a estratégia de construção de marca do Google é bem diferente da maioria das empresas nacionais. Suas ações estão baseadas em novas disciplinas de propaganda e marketing como Mídias Digitais, Marketing Promocional, Relações Públicas, e, principalmente, em um produto inovador. E o pior, de acordo com o levantamento da Millward Brown, somos nós que estamos errados.

*Rafael AndakuDiretor de Criação da e-brand Estratégias Onlinewww.e-brand.com.br

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A Rede Globo e as Redes Sociais

O que repercutiu semana passada foi o comunicado da Folha de SP e da Rede Globo que informaram a seus colaboradores regras e políticas para uso do Twitter e das Redes Sociais.
A partir desses anuncios, sugiram diversas retaliações e comentários negativos da opinião pública que se mostraram contrários a postura dessas empresas em criar regras e políticas que restringem a liberdade de uso dessas ferramentas online por seus funcionários.
Qual a sua opinião sobre isso?

sábado, 5 de setembro de 2009

Case Geladeirinha da Coca Cola, ainda mereçe ser comentado...


A Coca Cola lançou uma nova bebida no mercado e como parte da ação enviou para cerca de 10 blogueiros uma geladeirinha. Este assunto gerou um buzz no meio. Quem recebeu, quem não recebeu, quem "se achou" ou "não se achou" comprado.
Sinceramente, achei isto tudo uma grande bobagem. Ser comprado por uma geladeirinha de $50 ? A Coca Cola atingiu o objetivo. Não sei se foi ou não de propósito, mas gerou um barulho que ao meu ver foi interesante e que de jeito algum vai macular a imagem da grande Coca Cola.
Gostei da ação da Coca Cola!!! Eu que venho de outro tipo de mídia, como diria da publicidade tradicional acho isto tudo muito normal. Já fizemos ações similares e também já fomos alvo de ações pareçidas. Noticiar ou não fica a cargo de cada um, do contexto em que se encontra, etc. Quando recebia algo assim me sentia mimada e não com "comprada".
O Bom Senso é o que vai prevaleçer. Então, cabe a cada um a decisão de publicar ou não publicar, receber ou não receber os "mimos".
Olhando o lado do leitor: O leitor não é "burro" e ele percebe o que está atrás de algumas campanhas, patrocínios e tem o discernimento de aceitar ou não as mensagens, comprar ou não àquele produto e ponto final.

domingo, 30 de agosto de 2009

Uso de mídia social para gerar links

Os links de entrada são um grande recurso usado em uma estratégia de link building. Quando você adquire links apontando para seu site isso reflete diretamente em sua popularidade de links, melhorando sua posição nos resultados dos mecanismos de busca. Apesar da mídia social não ser um artifício próprio para o link building pois a maioria das redes sociais utilizam a propriedade nofollow nos links, a mídia social é uma ótima forma de divulgar seu site ou blog para novas pessoas.
Seu conteúdo deverá ser sempre relevante e único para os usuários, pois assim sempre que você tiver uma nova visita e esse usuário gostar de seu conteúdo, maior será a probabilidade dele criar links apontando para você. Por isso quanto mais você divulgar seu conteúdo na
mídia social, maior será a chance de ganhar links e aumentar seu tráfego.
As chances de suas amizades possuirem sites e divulgarem o seu por ter um conteúdo relevante são altos. Quanto mais relacionamentos dentro de seu nicho você desenvolver, mais pessoas terá para indicar seu conteúdo. Além de gerar links, os relacionamentos podem virar parcerias, ajudar a conquistar novos trabalhos, receber feedback de seus usuários e saber das novidades de seu nicho.
Contruir relacionamentos sólidos na
mídia social pode beneficiar você, mas para isso você deverá estar disposto a ajudar essas pessoas desinteressadamente, pois quando o fizer a reciprocidade disso será muito benéfica para você. Comece a usar a mídia social a seu favor!

* Postado pelo Lucasvgr

Como usar o Marketing Digital a seu favor?

Existem diversos segmentos de mídia dentro da área de Marketing Digital, porém o que a maioria dos usuários e clientes querem quando vamos oferecer nossos serviços é a área de SEO. A maioria das pessoas desejam ter um site otimizado visando estar bem posicionado nos mecanismos de busca.
Mas além de SEO existem outras diversas formas de Marketing Digital que você pode utilizar. Vou citar abaixo alguns tipos de aplicações de Marketing Digital que você pode usar em seus projetos:
Mecanismos de busca: O mecanismos de busca geram um tráfego qualificado para seu site, pois todas as pessoas que o visitam por intermédio dos buscadores são pessoas que estão procurando o que você tem a oferecer. Portanto usar os mecanismos de busca a seu favor poderá trazer muito retorno para seus negócios. Utilize SEO e Links Patrocinados para isso.
Mídia Social: A mídia social gera tráfego através de uma referência positiva de usuários que influênciam outros participantes. Utilize as ferramentas certas para atingir seu público. Analisar em quais mídias sociais seu público participa irá te ajudar a estruturar melhor sua ação. Atualmente temos diversas opções de mídia social para se focar como o Orkut, Facebook, Twitter, MySpace e diversos outros.
Parcerias Online: Links vindos de outros sites além de melhorar seu PageRank, aumentam seu tráfego. Desenvolva ações para conseguir links desses sites, tente enviar press releases, comentar nos sites, enviar artigos interessantes, estratégias de link building, link bait, criar produtos ou serviços únicos e que as pessoas se interessem em divulgar.
Usuários: Estabeleça um canal de comunicação com seus usuários, procure escutar o que eles falam de você. Não envie SPAM ou qualquer coisa que não foi solicitada pelo usuário. Crie espaços onde eles possam se cadastrar para receber suas informações por conta própria. RSS, áreas de cadastro de e-mail ou newsletters são uma boa opção.
Estrutura de seu site: Faça seu site de forma que ele seja de fácil navegação, atenda os padrões de usabilidade e acessibilidade, faça uma validação da W3C, melhore seu design. Tudo que fizer pensando em facilitar o acesso dos usuários será bom para você.
Métricas: É essencial mensurar seus acessos, saber suas origens, fazer testes A/B, analisar quais palavras chave geram mais tráfego. Analisar corretamente essas informações fará com que você decida qual o melhor rumo a ser tomado. Use o Google Analytics ou outra ferramenta de métricas que você confie.
Saber utilizar corretamente cada um destes itens de Marketing Digital, fará com que se destaque perante seus concorrentes. Bom trabalho!!

*Por LucasVGR

domingo, 23 de agosto de 2009

Otimização de Sites

Glossário da Otimização de Buscas

Nesse post vamos fazer um pequeno glossário sobre SEO e SEM, ou seja, vamos falar sobre o significado das expressões e palavras mais usadas quando tratamos de otimização de sites, links patrocinados e afins. Tire suas dúvidas agora mesmo:

.: Adsense: serviço publicitário virtual do Google, onde os webmasters colocam propagandas de outros sites em seus domínios e recebem por cliques nesses anúncios.

.: AdWords: serviço publicitário virtual do Google, onde os empresários pagam para exibir, em outros sites e mesmo no Google, anúncios de seus produtos ou serviços.

.: Affiliate: são programas publicitários - ou programas de afiliação - onde sites oferecem pagamentos - para webmasters que promovem seus produtos ou serviços - em forma de pequenas comissões por cada venda.

.: Anchor Text: ou texto âncora, é o texto usado para criar um link, ou seja, que identifica para o usuário que é um link. É um fator importante para os Search Engines determinarem a relevância do conteúdo de determinada página.

.: BlackHat SEO: são as técnicas de SEO anti-éticas, ou seja, que não respeitam as Google Webmaster Guidelines. O Black Hat SEO é considerado desonesto, pois promoverem acima de tudo o ranking dos sites - e não a qualidade de seus conteúdos.

.: Bread Crumbs: é um sistema de navegação para sites, que indica em uma barra horizontal, a localização atual do usuário e os níveis superiores da estrutura de navegação do site. Geralmente são identificados por: “você está aqui”.

.: Bounce Rates: é a porcentagem de visitantes que entram em uma pagina do site e imediatamente sai.

.: Click Fraud: ou fraude por clique. Acontece quando tenta-se burlar campanhas ou propagandas PPC, gerando cliques como se fosse um usuário normal, aumentando ou custos dos anunciantes ou lucros dos webmasters.

.: Clicktrough: é a ação de clicar em um link publicitário e ser redirecionado para um outro site.

.: Cloaking: é uma das técnicas do SEO Black Hat, onde o conteúdo mostrado aos search engines é diferente do mostrado aos usuários, com o objetivo de melhorar o ranking do site em pesquisas orgânicas. Essa prática é passível de punição severa, chegando à exclusão do site dos resultados de pesquisa por tempo indeterminado.

.: CMS: Content Management System - sistemas de gestão de conteúdos - que possibilitem a leigos em computação construir sites na Internet e facilitam a atualização de seu conteúdo. Esses sistemas são largamente utilizados em blogs.

.: CPA: custo por ação - é um sistema de publicidade online onde o anunciante por resultados, como uma determinada taxa de conversão, geralmente usando comissões.

.: CPC: custo por clique - é o valor pago a cada clique em um determinado anúncio de campanhas PPC. O CPC médio é um dos mais importantes indicadores no gerenciamento de uma campanha PPC, pois mostra – imediatamente – a variação de pagamento da concorrência direta.

.: Cost Per Load: é o preço pago pelos anunciantes que usam campanhas baseadas em quantidades de anúncios exibidos.

.: Crawler / Boot / Spider: todos os termos referem-se a um robot usado pelos search engines para encontrar e indexar páginas de um site. Os boots dos principais search engines são: Googlebot (Google); Slurp (Yahoo); MSNBot (MSN Live).

.: CRM: customer relationship management - gestão de relacionamento com o cliente – é o conjunto de metodologias que tem como meta manter e melhorar os relacionamentos lucrativos e duráveis com os clientes de uma marca.

.: CTR: clickthrough rate – é a taxa dada pela divisão da quantidade de cliques em um anúncio pelo número de impressões do mesmo, e multiplicado por 100. Por exemplo, uma CTR de 2%, indica que a cada 100 impressões do seu anúncio, somente 2 serão clicados.

.: Feed: é o conteúdo enviado por um site, sempre que atualizado, para os usuários que assinam o “news aggregator” do site. Os mais conhecidos são os “RSS Feeds” disponíveis em blogs, que avisam seus assinantes sempre que um novo post é publicado.

.: Google Bomb: é o que acontece quando muitos webmasters usam um determinado anchor text para a mesma página, alterando os resultados de pesquisa do Google para a procura pelo termo linkado. O exemplo mais famoso é: o resultado da pesquisa para “misarable failure”, que colocava a página da Casa Branca sobre George W. Bush em primeiro lugar.

.: Inbound link: são links para o seu site, vindos de outro website. Eles são importantes para o ranking do site, pois quanto mais inbound links relevantes seu site tiver, maior vai ser sua relevância.

.: Keyword: palavra-chave – são as palavras ou expressões buscadas nos search engines e, por isso, devem ser usadas em sua página para informar ao boot de que se trata o conteúdo da página.

.: Keyword Cannibalization: canibalização da palavra-chave – é caracterizada pelo uso excessivo de uma determinada keyword em várias páginas de um mesmo site, o que prejudica o trabalho de indexação dos motores de busca.

.: Keyword density: densidade da palavra-chave – é o número de vezes que uma determinada keyword aparece na página medido em porcentagem. Se essa porcentagem for muito alta, o site pode ser penalizado. Aconselha-se a usar uma densidade de 2% a 8%.

.: Keyword stuffing: ou spamming - é o uso excessivo de keywords numa determinada página.

.: Landing page: é a página para onde o usuário é direcionado, depois de clicar em um anúncio ou resultado de busca. A landing page não precisa ser a home.

.: Link Baiting: são criados através de links de outras páginas para o seu conteúdo.

.: Link Building: é o nome dado à prática de reunir o máximo de links para seu site. Ele pode ser natural (ou seja, links de outros sites e webmasters que gostaram do seu conteúdo) e artificial (conseguidos pela troca de links ou cadastro em diretórios e social bookmarkings).

.: Link Condom: esse é um nome pouco usado para a prática de retenção de PageRank, através do uso do atributo rel=”nofollow”. Os link condoms são usados, por exemplo, para evitar spam.

.: Link Farm: nome dado a sites que servem para guardar links para outros sites – não relacionados. Estes sites têm a intenção de manipular o PageRank dos sites para os quais linkam, e pode ser penalizado por isso.

.: Link Popularity: é um medidor de um site, baseado nos links de outros sites para ele.

.: Long Tail: nome dado para keywords usadas em buscas específicas, por exemplo, “dicas seo glossário SEO”.

.: Mashups: são serviços criados pela combinação de dois aplicativos diferentes para a internet. Por exemplo, um site de mapas online junto com um serviço de anúncios de imóveis, mostrando a localização das casas que estão à venda.

.: Meta tags: são informações colocadas em uma página HTML que informam aos spiders o nome (title tag), o conteúdo (description) ou as keywords desta página.

.: Motor de busca: search engines – são sites que realizam buscas em conteúdos relevantes online para pesquisas feitas por usuários. Os três maiores motores de busca são o Google, o Yahoo! e o Microsoft Live.

.: Outbound link: são link para um outro site, ou seja, links externos.

.: Overture: era o nome original do programas PPC fornecido pela Yahoo para o seu sistema de publicidade pay per click (PPC). Foi renomeado em 2005 para Yahoo Search Marketing.

.: PageRank: é um medidor do Google que usa a link popularity do site para classifica-lo. A pontuação é feita de 0 a 10 e conta no ranking do site para as buscas.

.: Pageviews: é o número de vezes que uma página foi vista.

.: Pay Per Click: pague por clique – é um sistema de publicidade onde o anunciante paga pela propaganda cada vez que seu anúncio é clicado. Exemplos de anúncios PPC: Google Adwords, Yahoo Search Marketing ou Anúncios Sapo.

.: Pay Per Sale: pague por venda – é um sistema de publicidade ondeo pagamento é feito somente com base nas vendas qualificadas.

.: Pesquisa orgânica: ou pesquisa natural – são as pesquisas realizadas por usuários em sites cujos os resultados não são influenciados por propaganda paga.

.: Robots.txt: é um arquivo de texto, localizado na raiz do diretório do site e pode conter informações úteis para gerir a maneira como os spiders indexam seu conteúdo.

.: ROI: return on investment ou retorno do investimento - é uma medida eficaz da relação custo/benefício de uma campanha de SEO ou PPC.

.: RSS: real simple syndication – é o padrão web definido pela W3C para agregação de conteúdo.

.: Sandbox: é o nome dado ao período de tempo entre um site ser criado e receber PageRank pelo Google. Nesse período o site, geralmente, não aparece nos resultqdos de pesquisas orgânicas.

.: Search Engine Marketing: ou SEM – é o marketing nos motores de busca, uma estratégia de marketing de um site para melhorar os seus resultados nas pesquisas nos motores de busca.

.: Search Engine Optimization: ou SEO – é a otimização para motores de busca.

.: SERP ou SERPs: Search Engine Result Page ou Search Engine Result Pages. São as páginas dos sites de busca que listam as respostas a uma busca de um usuário.

.: Sitemap: é um arquivo de onde se pode alcançar todas as páginas de um site.

.: Usabilidade: é o grau de eficiência com que um usuário do site consegue realizar as tarefas desejadas.

.: Visitantes únicos: é o número de visitantes que acessam um site num determinado período de tempo, a partir de um IP único. Por exemplo: se ele visitar o mesmo site 3 vezes num período de 24 horas, será considerado só um visitante.

.: Web Stats: são estatísticas sobre o site que permitem analisar informações sobre o número de visitantes únicos, pageviews’s, etc.

.: White Hat SEO: são as técnicas de Search Engine Optimization aprovadas pelos motores de busca.

Fonte: Mestres SEO

domingo, 16 de agosto de 2009

Marketing Viral – Como gerar um buzz na internet





Bem, neste post irei tratar de um assunto que pode ser um grande aliado ao trabalho de um SEO e gerar os resultados imensuráveis, o buzz. O significado de buzz seria próximo de “bafafa” ou “estardalhaço”, ou seja, fazer todo mundo ouvir (ou ler) a sua mensagem. Você pode criar um buzz para um artigo, uma idéia, um vídeo, uma imagem, etc. Gerar um buzz é fazer toda a internet (ou boa parte dela) ficar sabendo sobre aquilo que você quer divulgar.
O buzz é o resultado de uma ação de marketing viral bem sucedida. Para se fazer uma ação viral pela internet existem alguns pontos importantes a serem considerados:
Análise do público: saiba para quem a sua mensagem se destina, determine seu foco e estude o comportamento e características desse seu público.
Seja exclusivo: aqui entra a criatividade, um viral repetido simplesmente não funciona.
Crie um apelo: seu público deve sentir o apelo do seu viral, seja emocional, seja por ser engraçado, seja por ser importante, etc.
Conteúdo sempre: não se esqueça de criar o conteúdo do seu viral, de nada adiantará você criar um viral sem uma mensagem clara.
Divulgue e analise: use as redes sociais, emails, etc e analise os resultados.
Fazendo da sua idéia um viral
Primeiramente você deve ter uma idéia criativa e única (seja exclusivo!), sua mensagem precisa ser bem trabalhada e com idéias claras para que o seu público a assimile assim que a ler ou ouvir. Mensagens grandes não funcionam para um viral, cai no esquecimento muito fácil. Aqui entra também uma técnica de SEO muito importante, o trabalho das palavras-chave. Procure sempre incluir as palavras-chave na mensagem principal do seu viral. Procure também analisar a procura por essas palavras-chave (leia sobre o Google Insights) e utilize sempre as palavras-chave mais procuradas no momento. Lembre-se que o buzz quase sempre é algo de momento e não dura muito, portanto limite sua busca para assuntos recentes.
Criando o conteúdo e um apelo para seu viral
O seu público deve ter alguma sensação ao ler sua mensagem Essa sensação pode ser de raiva, de apoio, de alegria, de nostalgia, de risos, de comoção, etc. Essas sensações serão a peça chave para que sua idéia seja passada para frente. Lembre-se, um viral deve ter suas próprias pernas e você depende do seu público para isso. Novamente, trabalhe bem a sua idéia e force o seu público a atingir a sensação desejada.
Godin listou em “O que torna uma idéia viral?“ alguns pontos importantes para o conteúdo de um viral:
Ninguém “envia” uma idéia ao menos que: que tenham compreendido
que tenham vontade de espalhá-la
acreditem que espalhar a idéia irá aumentar seu poder (reputação, receita, amizades) ou sua paz de espírito
o esforço necessário para enviar a idéia seja menor que os benefícios
Ninguém “pega” uma idéia ao menos que:
a primeira impressão demande uma pesquisa mais profunda
já tenham compreendido as idéias fundamentais necessárias para entender a nova idéia
o remetente seja de confiança ou respeitável o suficiente para investir o tempo necessário
Divulgando seu viral
A idéia do viral é você soltar a idéia e dar um pontapé inicial, a partir daí ele se tornará uma bola de neve A internet oferece uma imensa gama de meios de divulgação da sua idéia e com a possibilidade de custo zero (ou próximo disso) o que fará o seu viral ser um sucesso Uma campanha onde a relação de custo x beneficio seja baixa não é caracterizada um viral, mas ainda sim pode-se tornar um buzz. Use vários meios de divulgação inusitados com inteligência. Use twitter, flickr, youtube, blogs, redes sociais, instant messengers, boca a boca, emails, etc. Mas cuidado nessa fase da elaboração do seu viral para não se tornar um spammer chato, isso destruirá todo o seu trabalho e sua imagem. O viral se auto divulgará através do seu público, ou seja, por vários usuários e assim despertará a atenção do resto das pessoas pois afinal, todos estão falando da sua mensagem. Ralph Wilson, publicou em “Os seis princípios do marketing viral“ os seguintes pontos:
1. Distribui gratuitamente produtos e serviços com algum valor
2. Oferecer um meio sem esforço de envio para outros
3. É facilmente escalável do pequeno para o muito grande
4. Explorar motivações e comportamentos comuns
5. Utiliza redes de comunicação já existentes
6. Tirar proveito de recursos de terceiros
Utilize também meios de monitoramento para acompanhar o seu viral, saiba se a sua mensagem está sendo bem assimilada e se você atingiu o público certo. Para acompanhar sua campanha viral feita pela internet, utilize ferramentas de análises já comentadas aqui no blog.
O que não errar no seu viral :
Conforme disse Roberto Guarnieri em seu artigo “Marketing viral errado é chato, bobo e impertinente” publicado na WebInsider, uma ação viral é muito próxima de um mero spam e deve ser feito com muita cautela. Conforme disse anteriormente, se seu viral for interpretado como um spam, todo seu trabalho e imagem irão por água abaixo. Reforço alguns tópicos como analisar bem seu público e trabalhar bem a idéia do viral para que não se torne uma mensagem chata que seu público descartará assim que a receber. Kevin Nalty listou em “Os sete pecados capitais da propaganda por vídeo viral“ como não errar ao usar um vídeo em uma ação viral:
1. Criar uma vaca preto e branca
2. Fingir que não está fazendo propaganda
3. Gastar uma fortuna na produção
4. Apenas comunicar ao invés de engajar
5. um concurso de vídeo só porque todos estão fazendo
6. Estabelecer metas irreais de conversão
7. Jogar a toalha e decidir só anunciar usando vídeo virais
8. Podemos estender algumas idéias desses 7 pecados para uma ação sem vídeos. Você deve engajar seu público, não faça apenas porque todos também estão fazendo, toda ação viral tem um propósito e você não deve escondê-lo, não divulgue uma mensagem muito complexa e grande, etc.
Conclusõएस
Como podem ver, usam-se muitas técnicas de SEO para criar uma ação viral e ao mesmo tempo uma ação viral é uma parte importante para o trabalho de SEO. Com uma ação viral bem feita, você consegue uma quantidade imensa de backlinks, o que em termos de SEO é algo de extrema importância para rankeamento. Criar um buzz na internet não é tão fácil, precisa ser muito bem trabalhado para que a idéia “pegue” mas é uma área interessante para estudos por quem trabalha com marketing seja online ou offline. Criar ações virais também não são somente o uso de técnicas de SEO, marketing e criatividade, deve-se estudar a psicologia e o comportamento humano. Como disse, não é fácil mas é algo que traz um retorno estrondoso para o que se pretende divulgar. E prepara-se também para a perda de controle, seja no acompanhamento quanto na infra-estrutura quando criar um viral pois quando menos se espera, você terá visto apenas o rastro do furacão.
Alguns exemplos de buzz na internet
Bate nele Rubinho
O vídeo da Cicarelli na praia com o namorado
AC/DC faz o primeiro clipe do mundo em Excel
Cansei de Ser Sexy – O vídeo mais assistido do mundo
O vídeo do gordinho louco
Jeremias muito louco!
Comentem e espalhem, é assim que se gera um buzz.
* Post publicado no Mestre Seo

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Twitter

Um pequeno alarme deve ter soado lá no Twitter diante dos dados do crescimento do site em julho nos Estados Unidos, segundo dados da consultoria comScore.

Enquanto o Twitter cresceu 6%, comparado ao mês anterior (o que representa cerca de 1milhão de novos visitantes), o Facebook deu um baile e recebeu 10 milhões de visitantes novos, também em relação ao mês anterior - no gráfico acima, o Twitter está em laranja, na linha inferior, e o Facebook em azul, acima. Tudo isso pensando apenas nos EUA, sem imaginar o que o site tem conquistado de gente em outras partes do mundo.

Além de crescer, o Facebook acaba de lançar uma nova versão, a Lite, mais levinha e parecida com o próprio Twitter. E também comprou o FriendFeed, o que lhe deu capacidade de busca instantânea.

Tudo isso pode ser uma ameaça ao Twitter e ao que ele tem conseguido? Sim, pode. O tamanho do Facebook, com seus 250 milhões de usuários ativos, é realmente algo a temer. Mas essa instantaneidade do Twitter, unida ao seu poder de ser um filtro humano das coisas relevantes da web, deve continuar fazendo o site atrair mais gente.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009


Como o obvio precisa ser lembrado vamos lá para 7 práticas que as empresas devem fazer no twitter:

Pratica 1: Pesquise o que seu cliente está dizendo sobre a sua marca, serviço ou produto.Use o twitter seach e veja se há algo sobre vc.
Pratica 2 : antes de entrar no twitter determine objetivos. Empresas diferentes usam o twitter com diferentes objetivos.
Pratica 3: Vc pode ter dois tipos de profile. Um eh o "Personal Profile" e outro é o "Brand Profile"
Pratica 4 : Construir uma boa reputação no Twitter significa ser uma fonte de informação segura e expert em um determinado assunto.
Pratica 5: Tenha um Sistema de Medidas confiavel que meça quantificativamente e quantificativamente a sua atuação no Twitter.
Pratica 6: Antes de vc começa a twitar observe e ouça a forma que os seus clientes falam de vc, antes de se posicionar.
Pratica 7: Seja autentico e confiável.

sábado, 8 de agosto de 2009

ORKUT

Os internautas brasileiros passam, em média, 390 minutos (seis horas e 40 minutos) no site em maio. Para compararmos, segundo a empresa de métricas online Ibope Nielsen, o tempo de visita ao MySpace no Brasil é, em média, de 12,6 minutos e, no Facebook, 11,1 minutos.
Segundo a Nielsen Online, o Orkut possui 24 milhões de usuários ativos no Brasil. Cerca de 70% dos internautas com mais de 35 anos de idade estão na rede. Aproximadamente sete milhões de usuários são mulheres com mais de 25 anos de idade, enquanto 6,8 milhões são homens com idade entre 25 e 49 anos.
O Google aponta que 57% dos internautas brasileiros entram diariamente em redes sociais, um número acima da média mundial, que está em 31%. Na Índia, 41% dos internautas entram todos os dias em uma rede social e nos Estados Unidos o total é de 33%.
Cerca de 84% dos usuários brasileiros do Orkut acessam a rede pelo menos uma vez por dia. Destes, 63% entram várias vezes ao dia no site. Para 90% deles, o objetivo de participar da rede social é poder fazer contato com amigos antigos; 89% acreditam que a ferramenta serve para manter contato com familiares e amigos; 78% afirmam que entraram para expandir a rede de contatos e 72% dizem que é uma forma divertida de passar o tempo livre.
Entre as mil pessoas pesquisadas, 95% das usam o Orkut, 28% usam o MySpace e 17% usam o Facebook.
O dado foi divulgado pelo Google Brasil nesta quarta-feira (29/7).

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O número de serviços e ferramentas lançadas para complementar o serviço de microblog Twitter cresce constantemente. Não é para menos.


Segundo os números mais recentes da comScore (março de 2009), o Twitter contabiliza mais de 19 milhões de usuários cadastrados postando milhares de mensagens de até 140 caracteres a todo instante.


Isso tem alguma importância para nós? Que respondam os mais de 5 milhões de brasileiros que, segundo o Ibope, visitaram o Twitter em junho .


Para ajudar você - usuário novo do Twitter ou mesmo quem já acumula um bom número de posts, seguidores e seguidos - separamos 14 bons serviços que irão municiá-lo de informações não só do Twitter, mas a seu próprio respeito e de como você utiliza o serviço de microblog.


QTwitter
Há uma nova patologia em curso com a ascensão do Twitter. Se você já visitou o perfil de um amigo e percebeu que ele não seguia mais suas atualizações, parabéns: você foi vítima do Unfollow.


Se você deseja saber quando alguém deixa de seguir seu perfil do microblog, experimente o QTwitter. Basta fornecer seu e-mail e nome de usuário do Twitter para que o serviço lhe avise sempre que um contato dê unfollow em você, mostrando, inclusive, um trecho do post que potencialmente provocou a debandada.


Twitturly
Quais são os links mais publicados no Twitter? Partindo dessa premissa, o Twitturly exibe os links mais referenciados pelos usuários no microblog, em tempo real, e separado por idiomas.


O mérito do Twitturly é considerar links independentemente da ferramenta usada para encurtar o endereço, o que dá um panorama mais próximo à realidade dos sites mencionados no serviço.


TwInfluence
Influência online é um conceito que esbarra em definições que nem sempre convergem. No Twitter, influente seria aquele que atrai mais seguidores ou quem promove um número maior de conversações?


Ainda que de maneira não tão profunda, o TwInfluence se arrisca ao tentar responder tal pergunta com critérios próprios: ele avalia a influência de perfis no Twitter em três diferentes medições: Alcance, Velocidade e Capital Social.


O primeiro se baseia no potencial de usuários atingidos por suas mensagens, levando em consideração os seguidores de seus amigos; o segundo cria uma média sustentada pela quantidade de contatos diretos e indiretos que a conta atrai diretamente; já o terceiro mede o poder de influência dos seguidores do usuário, ou seja, fechando o ciclo.


Migre.me
Mais especializado nos usuários brasileiros que o Twitturly, graças à adoção em massa de brasileiros nos últimos meses, o Migre.me é outra ótima ferramenta para vasculhar a popularidade de um link mencionado por seu post.


Além de encurtar a URL, o Migre.me monta rankings mostrando as URLs mais clicadas e mais republicadas no último dia, na última semana ou no último mês, além de indicar os conteúdos mais recentes que usam o serviço. O Migre.me também enumera os vídeos mais vistos e podcasts mais assistidos.

TweetDeck
O TweetDek é um aplicativo da plataforma Adobe Air em versão beta que roda nos ssitemas operacionais Mac (com versão específica para o iPhone), Windows e Linux. É útil para dividir as pessoas que você segue no Twitter, com a possibilidade de agrupá-las, tornando mais fácil acompanhar o conteúdo publicado por elas.


Twellow
Se você não se satisfaz com os mecanismos de busca oferecidos pelo Twitter, experimente usar o Twitter Yellow Pages. Este serviço de 'páginas amarelas' do Twitter localiza não só tweets por palavra-chave, mas informações por palavras nas bios dos usuários.


Twitter Grader
Este serviço classifica seu alcance e sua "autoridade" na rede social no Twitter e dá a ele uma nota que vai de zero a 100. No cálculo, entram o número (e o número de seguidores destes), sua frequência de atualizações, além de considerar se seu perfil está ou não completo. Também é possível ver a lista dos usuáris "nota 100" e pesquisar a classificação de qualquer usuário.


Tweettag
O serviço pesquisa por tags (palavras de referência, em geral precedidas pelo símbolo "#") no Twitter. Um recurso legal é que quando você busca uma tag mais popular, além dos resultados da busca, você ganha uma nuvem de tags relacionadas ao assunto buscado.

Números, números e números
Quem gosta de ver informações representadas graficamente vai apreciar os serviços abaixo, pois é vasta a relação de serviços que analisam a maneira como você usa a plataforma de microblog.


Comece com o TwitGraph , que traça de maneira rápida quatro gráficos redondos mostrando os dias em que você mais publica, para quem você mais responde e as cinco palavras que mais usa nos seus posts.


Quer algo mais profissional? O TweetStats demora um pouco mais, mas preenche a tela com representações gráficas de dados como a hora do dia e o dia da semana em que você mais twitta, a interface mais usada e a quantidade de posts por mês.


Quer se concentrar só nas palavras digitadas em seus posts, o TweetCloud analisa seu histórico de tweets e monta uma nuvem de tags, representando os termos usados com maior frequência em tamanho maior.


De uma maneira menos visual, o When did you join Twitter? responde, da maneira mais simples e objetiva, a questão que faz as vezes de nome: desde quando você está no Twitter? Da mesma forma, o My First Follow indica quais foram os 10 primeiros perfis que você começou a seguir assim que entrou no Twitter.


TweetBeep A quantidade de conteúdo publicada no Twitter cresce de maneira exponencial em relação à sua base: quanto mais novos usuários entram, mais mensagens são publicadas. Em outras palavras, o potencial para que sua marca ou nome sejam citados cresce na mesma toada.


Para não transformar usuários curiosos que passam horas e horas no Twitter Search, o TweetBeep permite que termos ou links sejam cadastrados para que um alerta por e-mail seja enviado sempre que houver uma menção.
"O Twitter, serviço de microblog, pode ajudar no contato com clientes e na divulgação de marcas de empresas. O potencial é grande. Apesar de ter sido criado em 2006, atingiu a popularidade apenas há alguns meses. O número de acessos ao site triplicou entre fevereiro e abril, fechando o mês com 32 milhões de visitas. Para se ter uma ideia, o New York Times, um dos jornais mais lidos do mundo, teve 17,5 milhões de acessos.É uma nuvem de pessoas, a maioria usuários comuns, mas também de celebridades e políticos. E de empresas, por que não?

A revista americana Fortune, que mensalmente divulga um ranking com as 500 maiores empresas do mundo, dá algumas pistas sobre esse novo filão. Em fevereiro, das 100 primeiras empresas da lista, 36 usavam o Twitter. Coisa de gringo? De jeito nenhum. Dados do IBOPE Nielsen Online revelam que o número de internautas residenciais brasileiros que visitou o serviço pulou de 344 mil em fevereiro para 677 mil em março, um aumento de quase 97%.

Mas então, o que uma empresa pode fazer no Twitter? A Porto Digital, usa o Twitter como um canal institucional, para exposição de marca e veiculaçâo de notícias sobre a empresa e a área de tecnologia e jogos eletrônicos. "Colocamos o Joy, nosso mascote, para 'falar' com as pessoas que nos seguem. Também utilizamos o Twitter para divulgar vagas de trabalho. Recebemos muitos currículos", conta o diretor executivo Fred Vasconcelos.

Para Fred, os resultados obtidos com o Twitter são para lá de positivos. E ele já considera o serviço de microblog mais importante que Orkut e MSN. "Nas redes sociais você pode interagir com amigos. No Twitter tem a oportunidade de seguir pessoas que você admira, não necessariamente amigos, e receber atualizações desses perfis", defende o diretor executivo. Para as empresas, segundo ele, a grande vantagem é o retorno de mídia e a possibilidade de utilizar oTwitter como ferramenta de negócios, comunicando oferta e demanda.

Um dos usos que a Jynx Playware faz do Twitter, o de divugaçâo de vagas de trabalho, está se tornando comum entre empresas brasileiras. Principalmente as que atuam nos ramos de tecnologia e informática, mas isso deve se expandir em pouco tempo para outros setores. Em São Paulo, a agência de publicidade digital Digitas divulga vagas pelo Twitter há mais de um ano e recebe de 100 a 300 currículos por semana. A Conquest One, da área de tecnologia da informação, já efetivou contratações de pessoas pelo Twitter. Além de páginas específicas de empresas, há perfis que divulgam vagas de várias companhias, como por exemplo a comunidade Trabalhando.com.br, que tem mais de mil seguidores, e a Trampos."

* Matéria retirada do Diário de Pernambuco

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Mídias sociais são ferramentas online projetadas para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos.
Elas abrangem diversas atividades que integram tecnologia, interação social e a construção de palavras, fotos, vídeos e áudios. Esta interação e a maneira na qual a informação é apresentada dependem nas várias perspectivas da pessoa que compartilhou o conteúdo, visto que este é parte de sua história e entendimento de mundo.
Mídias sociais podem ter diferentes formatos como blogs, compartilhamento de fotos, videologs, scrapbooks, e-mail, mensagens instantâneas, compartilhamento de músicas, crowdsourcing, VoIP, entre outros.

São exemplos de aplicações de mídia social: Google Groups (referências, redes sociais), Wikipedia (referência), MySpace (rede social), Facebook (rede social), Last.fm (rede social e compartilhamento de música), YouTube (rede social e compartilhamento de vídeo), Second Life (realidade virtual), Flickr (rede social e compartilhamento de fotos), Twitter (rede social e microblogging) e inúmeros outros serviços.

Muitos destes serviços de redes sociais podem ser integrados via agregadores de redes sociais, como Mybloglog e Plaxo.




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